5 de fevereiro de 2010

EROS

Estou reelendo o capitulo do livro Pequenos tratados e grandes virtudes de André Comte-Sponville, que define o amor. Por saudade, e para rever conceitos apontados pelo autor que particularmente acho interessantíssimos. Ele começa falando sobre o amor Eros, cita Aristofánes (e sua mitoligia andrógina), que nos diz exatamente, sobre o amor que todos gostaríamos de acreditar (é o amor que sonhamos, o amor saciado e saciante), também cita Sócrates, que ao contrário, diz que o amor é destinado à carência, à incompletude, à miséria.
Platão escreve: O amor ''ama aquilo que lhe falta, e que não possuí''.
Sócrates bate o martelo: ''O que não temos, o que não somos, o que nos falta, eis o objeto do desejo e do amor.''
Decidi reeler porque quero aprender a amar mais, em todos os âmbitos, então quero conhecer mais sobre o amor, tanto tecnicamente, filosoficamente, sentindo-o, ouvindo sobre ele. O texto é longo, não dá pra explicar como tem sido uma boa leitura.
'' ...este é o mais forte, em todo caso o mais violento, o mais rico em sofrimento, em fracassos, em ilusões, desilusões... Eros é o seu nome, a carência sua essência, a paixão amorosa seu auge.''

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